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20090330

Um possível conto de fadas...

Tudo começa num jogo de Verdade ou Consequência. Na realidade, começou há alguns anos, quando ela era ainda pequena, e ele um bonito garoto de 18, 19 anos. Ela o olhava na rua enquanto ele nem sabia da existência dela, afinal ela era apenas uma garota de 11, 12 anos.
Ok, voltando ao jogo. Era uma noite fria do mês de agosto. Ela convidou um amigo para ir na casa dela bater um papo. O amigo levou ele para lhe fazer companhia naquela noite.
Conversaram por toda noite até que alguem teve a idéia de jogar VERDADE OU CONSEQUÊNCIA. Tudo ia às mil maravilhas até a garrafa apontar para os dois: ELE e ELA.
Eles, no entando, se olharam fixamente e automaticamente todas as possíveis perguntas sumiram de âmbas as mentes. E isso ocorreu em todas as vezes que a maldita garrafa apontava para eles.
Até que num certo momento, ele - meio que irritado com toda aquela enrolação - decide pedir consequência e ver o que iria dar.

- Corra tantas vezes ao redor da cadeira - disse ela.

Essa palhaçada toda se estendeu até as 4h da manhã. No outro dia, ele e ela estavam totalmente íntimos e conversando no MSN.
Ele a convidou para sair, mas ela - tímida e com um certo medo da mãe não deixá-la sair - não aceitou.
No dia seguinte, um domingo, ela e sua amiga estavam passeando pela praia e "por acaso" encontram-se com ele. Ela e sua amiga estavam sentada na calçada e ele se aproxima, sentando-se com elas.
Bapo vai, papo vem, e ligam para ela ir para casa. Então ela se levanta e vai se despedir. Ele se levanta também, a puxa pela cintura e lhe dá um longo beijo, do tipo que ela nunca havia recebido antes. Um beijo que, certamente, já tinha a deixado perdidamente apaixonada por aquele garoto.
Ela vai embora, sem dizer tchau, sem agradecer pelo beijo, sem sequer olhar para trás. Deixou o pobre garoto lá, sem saber se fez a coisa certa ou errada.
Sim, ele tinha conseguido roubar o coração dela - e não precisava se preocupar em devolver. Em uma semana, a única cena que insistia em se repetir na cabeça dela, era daquele beijo.
Passou-se duas semanas e eles se viram novamente. Ficaram um final de semana juntos e em uma noite - na praia, olhando para o mar - veio uma séria pergunta. Um pedido de namoro diferente do normal e com um certo medo - da parte dele - de levar um não.
Bem pelo contrário, a resposta foi totalmente positiva. E eles estão aí, juntos até hoje e FELIZES PARA TODO SEMPRE! :)

PS: 7 meses! *.* ;@@@~

20090329

Hora do planeta, breguices e afins...

Ontem, como tudo mundo sabe, foi a tal Hora do Planeta. Coisa fácil que resumia em apagar as luzes de casa das 20h30 até as 29h30. Uma hora com as luzes apagadas, coisa que não era muito difícil para mim, já que eu passo a maior parte do meu tempo na Praia de Fora, e o que mais acontece por é faltar luz - por muito mais que uma hora.
Não tinha ninguem na minha casa, porque todos decidiram ir à missa do Senhor dos Passos. Então, eu e o Abel ficamos na praia esperando a tal escuridão que tomaria conta da ilha - e até então do continente também - por longos 60 minutos.
Fizemos uma bela contagem regressiva - quase no estilo NASA - esperando que, às 20h30 exatas TUDO se apagasse. TRÊS, DOIS, UM E... Apenas a ponte Hercílio Luz se apagou.
Bom, não que eu ache que apagar as luzes de casa vai fazer todos se conscientizarem que o mundo está acabando, que devemos economizar e blablabla - até porque não adianta apagar a luz por uma hora e depois correr pro chuveiro e tomar um banho de duas.
Mas o que custava todos apagarem as luzes e REALMENTE se tocarem que "oi, o mundo está acabando", que com certeza mais no futuro os filhos, netos ou bisnetos precisaram - ou nem vão conhecer - essa maravilha de luz elétrica que nós esbanjamos tanto hoje em dia. (Uma pausa aqui para dar um alô pra Sandra que acaba de falar que depois lerá este post). E não é só com a luz que isso vai acontecer, mas com a àgua também. Nossos filhos, netos, bisnetos estaram numa longa luta por um pequeno gole desde líquido precioso.
Ok, clichê master tudo isso que escrevi, mas INFELIZMENTE é nossa realidade. :(

Maas, continuando o papo sobre meu final de semana. Hoje, dando umas voltas pela praia, vi algo que me deixou um tanto... apavorada. Onde está o nível de breguice das pessoas, meu Deus? Ah, e quando eu falo "breguice", não é usar calças boca de sino, com camisas floridas, gel no cabelo e cabelo de poodle - até porque isso, hoje em dia, não é mais brega, e sim vintage, em alta, ou como preferir chamar. O que eu vi foi coisa BEM pior. Imaginem um carro. Um carro bonitinho, prateado, com um DADO ROSA pendurado no retrovisor. (até ai, é normal né?) Agora, junte tudo isso com um lindo adesivo colado na parte superior do vidro da frente escrito "PLAYBOY DO ASFALTO" e com uma musica de funk misturado com sertanejo. Não é pedir pra morrer?
Deveriam avisar este menino que, andando de um lado pro outro na praia, com um carro assim e com esse tipo de música, NÃO se pega meninas na praia. Alias, com isso não se pega nem gripe e muito menos Dengue, porque até um mosquito "indefeso" sairia de perto deste carro.
Tá bom. Desculpa menino do carro pra frentéx, mas é que esta cena abalou MUITO meu psicológico - sério mesmo.

PS: Descobri que ainda sou MUITO boa nos joguinhos do Super Mário. Passei a tarde toda jogando com o Biel e chegamos até o mundo 7 daquele Mario que vira raposa (Y). YAY! o/
PS2: Um cara da video locadora conseguiu ESTRAGAR totalmente meu sábado a noite trocando o JOGOS MORTAIS IV por RAMBO IV. Aí perdi a vontade de ver na ordem certa e só assisti Jogos Mortais IV.
PS3: Amoooooooor, te amo! (L)

20090323

agulhas, médicos e raio-x

Começo esse post me desculpando pela ausência neste blog.
Grata.
Ok, agora vou contar um fato ocorrido comigo na semana passada chamado...

...o grande medo de agulhas.

Eu tenho pavor, um super medo de agulhas. Prefiro tomar litros e mais litros de remédios com gosto de chuchu com jiló do que tomar uma agulhada (leia-se soro na veia, medicamentos injetáveis e afins).
Até uma vez, quando tive pneumonia, fiz meu avô gastar uma grana comprando os remédios via oral para NÃO tomar uma injeção por dia.
Enfim. No último domingo, estava sentindo uma mega dor no lado direito, logo perto da cintura. Lá pela 1h da madrugada, a dor ficava mais forte. Tão forte que me mexer, andar e falar fazia a dor piorar ainda mais.
Comentei sobre a dor pra minha mãe, ela com seu amor materno falou num tom desesperador:

- Lado direito? Meu deus! É apêndice! Tem que OPERAR!!!

Não me importei com o apêndice, mas o que me preocupou foi o OPERAR. Chorei desesperadamente até ela pegar um livro de enfermagem que ela tinha, onde havia um desenho do corpo humano e tudo mais.
Aí ela olha para mim e fala:

- Ahá. Filha, o FÍGADO fica deste lado!

Ótimo. Agora meu fígado estava estragado. Tudo que eu queria para um pré-sono tranquilo.
Dormi, e falei que ia para o médico na manhã seguinte. E foi o que eu fiz. 9h da manhã estava eu lá, batendo na porta da clínica implorando uma consulta UR-GEN-TE.

Médico me chamou, expliquei a tal dor pra ele, ele me examina e fala:

- Ah, vai ter que ir pro soro. É um infecção intestinal.

E lá foi eu, pro meu amável UM LITRO DE SORO NA VEIA! (adoro! ¬¬)

Deitei na cama, e aguardei a enfermeira vir furar meu braço com a agulha. Uns minutos depois, ela aparece com um sorrisão no rosto. Aqueles tipo "fique calma, é só uma picadinha de mosquito".
Ela puxou meu braço, colocou um elástico, procurou a veia, "achou" e.. RÁ, enfiou a agulha. Só que ela pegou tão bem que a veia ESTOUROU! E isso, pra minha alegria, se repetiu mais duas LINDAS vezes.
A raiva que eu estava era tanta, que estava quase fazendo-a engolir aquele soro, com agulha de mangueirinha, mas claro que eu me segurei!
A tal moça, então, decide chamar o CARA DO RAIO-X. Uns minutos depois, ele chega com uma cara alegre, típica de um cara que trabalha num raio-x (sério, pra trabalhar num raio-x tem que ser muito feliz. pelo menos quando EU vou tirar raio-x eles tem que ser felizes porque eu irrito. mas essa é outra história).
O tio do raio-x olhou pra minha cara, olhou pra minha mão e eu implorei pra não furar na mão (não existe lugar pior para por um soro como na mão!). Ele pegou o outro braço e colocou o soro.
Eu ali, chorando por ter um braço furado TRÊS vezes e por ter um soro entrando por outro braço e o cara do raio-x fala "não doeu nada em mim, sabia?" ¬¬

Tá, eu PRECISAVA desabafar e falar que eu ODEIO tudo relacionado a agulhas e coisas cortantes, furantes, enfim.
Agora: mãe, se estiver lendo esse post, isso não inclui piercing e tatuagens, ok. :D


PS: O lance de raio-x é que eu sou hiperativa, e NÃO fico parada de JEITO ALGUM no raio-x. Então eles tem que falar mil vezes "coloca a cabeça mais pra ciiiiima!" "não pode se mexer, tá?"
PS2: O curso de jornalismo tá muuuito legal! Eu estou adorando e preciso de um emprego. Alguém me dá? (A) hiauhauihsiua
PS3: Amor, te amo ok? (L)
PS4: GENTE! O CLÔ MORREU! :O

20090315

Era só o que eu precisava neste exato momento!
Corre pra cá. Rápido! :(
Beijos!
PS: Amanhã eu posto novamente! :)

20090303

the FIRST day!

Entonces.. Eu ia postar ontem, mas o meu sono - e minha mãe, que queria usar o computador - falou bem mais alto.
Para quem ainda não sabe, ontem iniciou minhas aulas na faculdade, cujo curso é jornalismo *pausa para babar um pouco*. Como SEMPRE, alguma coisa tem que dar errado né? Pois é...

O bom de estudar a noite, é que você não tem um calor infernal e um sol forte te derretendo em pleno meio-dia. E estudar a noite te dá a linda vantagem de ir bonita e arrumada sem ter perigo de derreter-se com o sol na primeira esquina. É, isso era o que EU pensava.
Era aproximadamente cinco da tarde, tava rindo litros assistindo o filme da Globo - adoooro aquele filme com o Rowan Atkinson - e esperando o ânimo vir até mim para que eu pudesse ir tomar banho e me arrumar.
Tomei banho, me arrumei, tomei café, escovei os dentes, peguei o mp3 e fui pegar o ônibus e ir pra faculdade. Antes de sair, minha avó falou:

- Ariaaaana, leva o guarda-chuva porque vai chover!

Eu logo pensei que era uma essas preocupações de mãe&avó quando o filho vai para a pré-escola e tudo mais. Não contrariei, peguei o tal guarda-chuva e guardei na bolsa.
Saí de casa em direção ao ponto de ônibus, mas antes passei num mercado para comprar uma água. Só foi eu colocar o pé pra fora do mercado e começa uma mini chuva, esses pingos minúsculos mas que irritam muito sabe? Mas sentei no ponto de ônibus, fiquei ouvindo música e bebendo minha água.
Aqueles pequenos pingos d'água que estavam caindo, tornaram-se uma maravilhosa tempestade, com ventos e tudo mais. Meu cabelo, que há poucos minutos estava lindo, agora parecia uma vassoura velha. Minha calça, que estava sequinha estava extremamente molhada - isso que eu estava sob o ponto de ônibus.
Ir toda molhada para o primeiro dia de aula, no curso que você mais desejou ao longo de seu ensino médio, é a pior coisa que pode acontecer. Tanto que, em um momento de extremo desespero, liguei para meu avô, implorando que ele me levasse de carro, até a faculdade.
Resumindo, cheguei lá descabelada, feia, molhada e cansada. :)

No mais, a aula foi supimpa, tomei um cappuccino - depois de um bom tempo sem beber essa bebida maravilhosa - e bati meu record de beber um litro de água - não, não foi a água da chuva.

Beijinhos :*


PS: Alô, São Pedro? Chuva hoje não né? Pufavô! :(

TEXTCAST #1

TEMA: Retornos ao longo do mundo
CONVIDADO: Guilherme Lautenschläger

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