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20100423

Vampiro doidão (?)

[ post que eu achei perdido nos rascunhos do blog, acho que é legal postar, né? ]

Sempre tive uma boa relação com histórias de terror. Sou apaixonada por histórias que tenham sangue, tripas, gente morrendo e tal - calma, eu não sou psicopata. Porém as histórias que eu mais gosto são as que falam de: VAMPIROS.


Eu curto muito as histórias da Anne Rice, das crônicas vampirescas e tal. A que eu gosto mais é "Entrevista com o Vampiro". Lembro que assisti o filme ainda pequena e morria de medo de dormir tipos de lado, com o pescoço "a mostra", porque eu achava que o LESTAT ia vir me morder. (Apesar que eu tinha a imagem do Lestat como o Tom Cruise, e SUPER queria que ele me mordesse, enfim). Tem também o André Vianco, autor de "Os Sete", que é bem bacana e eu indico pra vocês.


Há um ano e meio, uma amiga minha me mostrou o tal do Crepúsculo. Quando ela me falou que era história de vampiros eu logo fiquei empolgada para ler. Baixei na internet e comecei a ler. Estava no meio do livro e o filme foi lançado. Fui ver com essa mesma amiga, que me presenteou com o "Crepúsculo" e "Anjos e Demônios" (valeu rê! :*). Assisti o filme, li o livro e agora eu me pergunto: O que a Stephenie Meyer usou pra escrever esse negócio? drogas, só pode

Cadê o sangue? Cadê as estacas, alho, caninos afiados? Vampiros assustadores? Virar sabe-se-lá-o-que quando sai na luz do sol? Tipos que o Edward sai no sol e BRILHA, tipos Globeleza saca? Ok, os fãs que me desculpem - e minha amiga também - mas na minha opinião esse twilight aê é mais uma história de vampiros pra criança - que eu deveria ler pra não ter medo de dormir com o pescoço "a mostra". Cara, a mulher vendeu MUITO livro. Vou começar a publicar minhas histórias vampirescas de fundo de gaveta e vê se eu ganho uma grana.


Eu não li Lua Nova, nem a sequência de trezentos mil livros que a titia Stephenie escreveu. Não perco mais meu tempo, porém eu voto pro Edward morder a tal da Bella no primeiro livro/filme, ela vira vampira e eles são felizes para todo o sempre - literalmente. E parar de brilhar feito um vagalume


Mas agora eu pergunto: onde foi que esconderam os escritores vampirescos BONS, heim?

20100405

como ter um péssimo dia

Eu deveria ser nomeada como Lady Murphy, já que tudo que tem possibilidade de dar errado comigo, dá errado. Segue um relato de como ter um péssimo dia, regado com muito mau humor.

Tudo começa quando meu relógio grita, histéricamente, as 6h da manhã. Eu dou uma enrolada na cama, aperto o soneca - maravilhoso botão inventado por algum preguiçoso que tem minha eterna admiração - e durmo por mais vinte minutos. Seis e vinte eu levanto, dou uma coçada no olho, pego o celular, olho o twitter e vou me arrumar. Tudo normal para enfrentar um longo dia de trabalho, certo? Errado. Vou tomar meu café e percebo que o leite está estranho. Como tenho um grande azar com leite estragado, resolvi poupar meu intestino e ir trabalhar com o estômago semi-vazio (já que tomei uns 3 goles de leite com nescau para perceber que ele estava, realmente, estranho).

Chego na rádio, mas antes passo no bar da esquina e compro um café. Um lindo copo de café com leite, prontinho para ser devorado pela minha pessoa. Pego o copo, vou para o prédio da rádio, entro no elevador, deixo minhas coisas na mesa e vou colocar açúcar no bonitinho. Eis que... cadê o açúcar? Não tinha um grão sequer de açúcar no açucareiro. Apelei para o adoçante que, é claro, é horrivel. Resultado: estraguei meu café com o adoçante nojento e vi R$1,20 indo embora pelo ralo da pia da cozinha.

Eu já estava com vontade de mandar O MUNDO pro inferno. Mas estou zen, numa alegria pós-páscoa, e nem estou com TPM pra usar como motivo para o meu mau humor. Assim continuei minha manhã, sonhando com a lasanha que eu comeria no almoço. Meio-dia chegou, meus planos eram: ir na TIM trocar o plano do meu celular e almoçar no restaurante da frente. Simples. Cheguei na TIM e o que seria rápido, demorou um século. A internet resolveu cair JUSTAMENTE na hora que eu entro na loja. O moleque que me atendia ficou desesperado, chamou outro pra ajudar, até que voltou ao normal. Na hora da mudança de plano, o moleque diz:

Ele: Preciso de seu RG, CPF e comprovante de residência.
Eu: Comprovante de residência? Como assim?
Ele: É, senhora. Água, luz, telefone, cartão de crédito...
Eu: Eu sei o que é um comprovante de residência, só que eu vim aqui quarta-feira, perguntei umas dez vezes o que era preciso trazer para mudança do plano e não falaram NA-DA de comprovante de residência. Mas ok.

Além dele ter me chamado de SENHORA - sendo que tenho 18 anos - o que mais me irritou foi eu perguntar dias antes o que tem que levar para a troca do plano e ninguem me falar sobre o tal comprovante de residência. Saí da loja com vontade de quebrar a cidade inteira por dois motivos: 1) Não consegui mudar meu plano. 2) Estava quase na hora de eu voltar para rádio. Tecnicamente eu teria "perdido" meu almoço - já que eram 12h45 e eu teria que estar na rádio às 13h.

Vou para o massa viva comprar um calzone de camarão, bem gostosão, e ter algo bom no meu dia. Uma fila enorme me aguardava, mas isso não foi o problema. Na minha frente, havia uma garota gordinha (nada contra gordinhos), meio emo (nada contra emos) e fã de Hori - sei que ela é fã de Hori, pois tinha um panfleto de show e ela quase infartou na minha frente quando viu. Ok, na hora de escolher o sabor do calzone, a menina EMPACOU e não sabia que sabor escolher. Quando, finalmente, ela falou que sabor queria, vejo o último calzone de camarão indo para um saquinho, direto para as mãos dela.

Meu almoço foi dois lindos calzones (um de palmito e outro de bolonhesa) com guaraná na minha mesa, em frente ao computador!

Sei que deveria fazer uma conclusão profunda e bonita por aqui, mas não consigo. Estou de mau humor :)

20100131

devaneios comuns

É um sábado a noite. Aqueles sábados que você tem vontade de mandar o MUNDO tomar naquele lugar justamente pelo fato de ser sábado e você estar em casa assistindo Zorra Total.
Aliás, agora nem é mais sábado. É domingo - aqueles lances de "já passou da meia noite". Enfim, continua uma bosta do mesmo jeito.

Segunda minhas aulas começam. Sabe quando você está empolgada porém, ao mesmo tempo, dá um desânimo enorme? Eu sei que estou no ápice da vadiagem. Uns dois meses a mais em casa, sem fazer nada, eu viro um Homer Simpson, com uma Duff na mão vendo TV o resto da vida. Por isso as aulas será uma coisa boa. Terei trabalhos, livros pra ler, aquela loucurinha delícia de universitario. Se preocupando com notas e tal. Mas por um lado, eu mereço mais uns dois meses de descanso, né? Ok, não preciso.

O objetivo deste post não é relatar toda minha "peripécias" de férias - que resume marotamente em acordar tarde, dormir tarde, ficar na internet e sair de vez em quando - mas eu acho super digno dividir com vocês. Uma parada tipos redação de colégio "minhas férias". É, não.

Eu consegui ir bastante ao cinema. Bastante quer dizer: assisti 3 filmes que eu queria. 2012, Paranormal Activity e o tal do Avatar. 2012 é legalzinho, Paranormal Activity é uma bostinha bem produzida e o tal do Avatar é legal porque tem efeitos legais (e o 3D é sensacional). Mas sinceramente, não me atraiu nada aqueles bichos azuis - principalmente o humano que virou Na'vi e se achou o gás da Coca Cola quando pegou o bichão grandão lá e saiu voando. Ah, para quem não viu, mal aê pelo spoiler.

Uma coisa engraçada nessas férias, foram os meus sonhos. Alguns estranhos - como o do Green Day, relatado aqui neste blog - , outros secretos e um muito peculiar. O peculiar é tão peculiar que merece um registro aqui. Conhecem o @realwbonner, não conhecem? O tio do Jornal Nacional. Meu sonho foi que eu chamei um taxi de casa. Eu trabalhava numa rádio e estava mega atrasada. Eis que o taxi chega e o taxista era o Tio Bonner. Conversa vai, conversa vem, eu falei que seguia ele no twitter e pedi para ele dar um follow no meu nome (obvio). Ele era engraçadinho igual no twitter e comentou até sobre o lance no pé. Na hora de eu sair do taxi eu não paguei a corrida e ele me presenteou com uma... camisa do barcelona (?).

É grave, doutor?

Agora me encontro aqui, num "domingo", assistindo Altas Horas, me deliciando com Lucas (da Fresno) com seu bom gosto para calças coladas e Marisa Orth exibindo sua linda voz. Parabéns Brasil! :)

20100116

Liveblogging Planeta Atlantida

Ae! Para você que acha que esse sábado está muito chato, divirta-se lendo o live blogging do Planeta Atlântida comigo e com o @renanHeiden.
Para ver ao vivo, a TVCOM está transmitindo por aqui.

20100109

nomes e assuntos sem nexo

Os dias passam e eu vejo que estou deixando esse blog mofar. Confesso que todo meu tempo está dedicado ao Chega de Miojo. Às vezes eu lembro de algo pra postar aqui, mas sempre esqueço, enfim. Portanto vou usar esse blog mais como pessoal meu, enquanto o Chega de Miojo sendo o blog "sério", whatever. Nesses últimos dias (meses, anos... ahahaha) minha vida deu uma mudada. Ok, não mudooooooooou, tipos de ganhar na mega sena e tal. Mas passei um Natal maravilhoso em casa, um Reveillon que só não foi completo porque meu namorado estava trabalhando (hunf) e o principal, de eu tomar vergonha na cara e ir atrás das coisas que eu quero.

Passei na segunda fase da faculdade, ganhei em primeiro lugar o premio TI da segunda fase com o Mosiacos de Rua - trabalho da facul que eu me orgulho MUITO -, ganhei um computador novo, criei um fanzine e minha cabeça maldita não para de borbulhar ideias, tipos caldeirão de alguma bruxa malvada da Disney - que não borbulhava de ideias, mas deu pra entender, né?

O ano começou bem. Sai no jornal, fui no Na Pilha falar do Chega de Miojo (e fica um adendo aqui pra dizer que a @jopires é um amor de pessoa), e viro boa parte da noite bolando um plano tipos Cérebro pra conseguir, finalmente, um emprego. Tomara que funcione.. é.

Do nada, esses dias, além de pensar em maneiras de arrumar um emprego, ou ideias malucas que insistem se apoderar dessa cachola, uns pensamentos inúteis vem junto. Por exemplo, ao ver a tal nova certidão, eu descobri que é uma puta injustiça os pais darem o nome aos filhos. eu, por exemplo, DE-TES-TA-VA meu nome quando criança. Ariana é meio.. babaca. Eu pensava no que minha mãe tinha na cabeça pra me dar esse nome. O legal, que não era o nome que eu odiava, o sobrenome também. Até uns 16 anos, eu me chamava Ariana Garcia, sobrenome do meu pai. O
que eu mais ouvia, era piadas do tipo "Ha ha, filha do Sargento Garcia!". É, odiava.

O Ariana foi no ensino médio. Nas aulas de história, quando tínhamos aulas sobre nazismo, Hitler e a RAÇA ARIANA, todos olhavam pra mim como se eu fosse, sei lá, a culpada da história sabe?
Era bem chato, enfim. Depois de implorar muito pra minha mãe, ela procurou um advogado e adicionou o Luz em meu nome. Até então eu adotei o Ariana Luz para todo o sempre - porém o Garcia continua na identidade. No mais, agora acho o Ariana bonitinho sabe? Mas o Garcia...

Por isso, venho através deste post dizer: Pais, cuidado ao escolher o nome de seus filhos. Escolha uma coisa decente ou então ele irá te odiar pelo resto da vida. (Não odeio meu pai, mas odeio o Garcia!)
Desculpa pai, desculpa Brasil. *aperta o botão vermelho*

PS: Escrevendo isso, lembrei que tenho uma boa história sobre o Natal. Conto num próximo post (ou não, vocês sabem como é a linha editorial deste blog, não é mesmo?)
PS2: Mãe, hoje eu gosto do meu nome, ok?
PS3: Pai, acho o Garcia "engraçadinho" ok?
PS4: Post foi uma bosta. Dá um desconto, cinco da matina poxa.

20091115

sonhos de uma noite de primavera (Feat. Green Day)

Creio que eu seja uma pessoa um tanto quanto anormal para vir escrever neste blog às CINCO E CINQUENTA E NOVE da manhã. Mas eu fui acordada pelo meu ilustre namorado, e estou com uma coisa - aliás, um sonho e umas besteiras - na cabeça, e preciso urgentemente compartilhar.

Há aproximadamente um mês, eu tenho escutado o 21st Century Breakdown do Green Day mais "afundo". Antes eu trabalhava e só ouvia as músiquinhas bombantes na mídia (21 Guns, Know the Enemy, e afins). E mais agora que eu comecei a ouvir REALMENTE as músicas do CD (tanto que, quem me conhece, sabe que East Jesus Nowhere já virou meu toque de celular e presença GARANTIDA na minha playlist. Tipos viciei).

Desde o lançamento do American Idiot que eu não tenho sonhos com o Green Day - sonho que era muito babaca, por sinal. Eu era tipos AMIGA INTÍMA do Billie Joe e eu meio que o trouxe pro Brasil pra conhecer a "minha terra". Uma coisa meio Jesus Luz e Madonna, só que o inverso... whatever. O outro sonho foi há poucas semanas, quando eu sonhei que era uma jornalista TIPOS Zeca Camargo e estava entrevistando o Green Day. Eu também não costumo lembrar muito meus sonhos. Lembro de um, dois e olhe lá (tem um sonho que eu e minha amiga sonhamos IGUAL e esse eu lembro também) (quer dizer, lembrar eu lembro. Só não sei se era verdade dela em dizer "Cara, sonhei a mesma coisa tua acredita?" depois que eu contei meu sonho), porque minha memória é mega ruim - para sonhos. O sonho de hoje eu não sei se, assim que eu voltar pra cama, dormir uma soneca e acordar meio-dia, eu vou lembrar. Por isso esse nhé-nhé-nhé todo aqui.

O sonho de hoje foi assim: Era um hotel. Nele estavam hospedados Billie Joe (lindo, fofuxo e estranhamente phyno com cabelo louro) (lembro que, nos sonho, comentei sobre a coisa ME-DO-NHA que aquele cabelo estava), Mike Dirnt (com a cara de 'hey, wtf?' de sempre), Tré Cool (com a face de 'no man can eat fifty eggs') e o Jason White. Ah, e eu: fã-tiete-super-amiga-da-banda. Eles fariam (ou fizeram, não foi especificado exatamente isso no sonho) um show no Brasil e era tipos uma continuação do sonho dá época American Idiot. Eu levei os quatro para conhecer FLORIANÓPOLIS e nós andamos na PONTE HERCÍLIO LUZ - que tinha voltado ao normal depois da palhaçalhada toda de "restauração" e mimimi (nota-se como meus sonhos são problemáticos) (lembro que eu contei isso pra eles no sonho e eles sicagaram de medo, tipos uma ponte de ferro NO MAR que tinha acabado de ser "restaurada" HAHAHAHA. Ok voltando ao sonho).

Nós conhecemos todos os lugares BOM-BAN-TES de Floripa. Voltamos para o hotel e eu fui lutar KARATÊ com o Billie Joe. WTF? Karatê? Porque DIABOS entrou um Billie Joe e um Mike Dirnt vestidos com kimono no meu sonho? E porque eu fiquei lutando com eles, dando VÁRIOS mortais num tatame? Ok.

Fomos para uma baladinha IXPÉRTA e voltamos para o tal hotel. O hotel era um quarto só, porém mega gigante (o hotel era um "apê" que, eu me lembre, SEMPRE está nos meus sonhos. Minha verba pra sonhos deve tão minúscula que eu só tenho direito a um cenário e saídas por Floripa). Tinha várias camas e todos foram dormir. Sabe quando o sonho passa para "outra cena" tipos filme? A gente foi dormir e no outro dia eu estava abraçada com o TRÉ COOL no maior xodó. WTF? [2] O que era aquilo? É, eu peguei o Tré Cool no sonho (amor,
relaxa. foi SÓ no sonho). Eu jamais pegaria o Tré Cool em sã consiência. Prefiro duzentas mil vezes o BJ.
É isso que me desanima nos meus sonhos. Os sonhos são MEUS, correto? Eles deveriam expor as MINHAS vontades íntimas e reprimidas para me deixar feliz. Porque eu não peguei o Billie Joe então? A Adrienne nem tava, cara! HAHAHAHA

Ah, esqueci do PRINCIPAL: o porteiro-motorista-severino do tal hotel era ninguém menos que o Lúcio Mauro!

Aqui fica um pedido pro cara que escreve os meus sonhos (?): Quando for escrever o próximo, veja o que eu gosto primeiro. E não coloquem mais coisas tão absurdas. Grata.

PS: Mas vocês já ouviram East Jesus Nowhere? É tão legal! *olhos brilhando*
PS2: Nada contra o Tré Cool, gente. Mas eu fiquei MUITO decepcionada em sonhar, sonhar e sonhar e acabar pegando uma pessoa que vestido de mulher fica desse jeito:

- Hey!

20091026

querer [não] é poder

Tudo que eu queria era sentar debaixo de um guarda-sol e curtir um dia lendo um livro;
Tudo que eu queria era cantar loucamente pela casa, comemorando alguma coisa que nem eu sei direito o que é;
Tudo que eu queria era poder comer quilos de sorvete no pote, vendo um filme romântico sem engordar e/ou parecer uma retardada;
Tudo que eu queria era tirar as fotos mais lindas do mundo e montar um álbum para mostrar para meus filhos/netos;
Tudo que eu queria era que todos abandonassem as redes sociais e voltassem a enviar cartas escritas à mão via correio;
Tudo que eu queria era acordar com o cabelo liso todos os dias;
Tudo que eu queria era uma piscina em casa nos dias de calor;
Tudo que eu queria era que minha infância voltasse para eu poder brincar sem me preocupar com mais nada;
Tudo que eu queria era que todos soubessem que minha cidade é a mais linda do mundo;
Tudo que eu queria era que tivesse mais dias de chuvas, mas sem alagar todo meu estado;
Tudo que eu queria era ter uma estante gigante com livros para eu ler pro resto da vida;
Tudo que eu queria era que minha caixa d'água fosse composta por batida de maracuja.

É... desesjos [quase] impossíveis, eu diria.