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20100131

devaneios comuns

É um sábado a noite. Aqueles sábados que você tem vontade de mandar o MUNDO tomar naquele lugar justamente pelo fato de ser sábado e você estar em casa assistindo Zorra Total.
Aliás, agora nem é mais sábado. É domingo - aqueles lances de "já passou da meia noite". Enfim, continua uma bosta do mesmo jeito.

Segunda minhas aulas começam. Sabe quando você está empolgada porém, ao mesmo tempo, dá um desânimo enorme? Eu sei que estou no ápice da vadiagem. Uns dois meses a mais em casa, sem fazer nada, eu viro um Homer Simpson, com uma Duff na mão vendo TV o resto da vida. Por isso as aulas será uma coisa boa. Terei trabalhos, livros pra ler, aquela loucurinha delícia de universitario. Se preocupando com notas e tal. Mas por um lado, eu mereço mais uns dois meses de descanso, né? Ok, não preciso.

O objetivo deste post não é relatar toda minha "peripécias" de férias - que resume marotamente em acordar tarde, dormir tarde, ficar na internet e sair de vez em quando - mas eu acho super digno dividir com vocês. Uma parada tipos redação de colégio "minhas férias". É, não.

Eu consegui ir bastante ao cinema. Bastante quer dizer: assisti 3 filmes que eu queria. 2012, Paranormal Activity e o tal do Avatar. 2012 é legalzinho, Paranormal Activity é uma bostinha bem produzida e o tal do Avatar é legal porque tem efeitos legais (e o 3D é sensacional). Mas sinceramente, não me atraiu nada aqueles bichos azuis - principalmente o humano que virou Na'vi e se achou o gás da Coca Cola quando pegou o bichão grandão lá e saiu voando. Ah, para quem não viu, mal aê pelo spoiler.

Uma coisa engraçada nessas férias, foram os meus sonhos. Alguns estranhos - como o do Green Day, relatado aqui neste blog - , outros secretos e um muito peculiar. O peculiar é tão peculiar que merece um registro aqui. Conhecem o @realwbonner, não conhecem? O tio do Jornal Nacional. Meu sonho foi que eu chamei um taxi de casa. Eu trabalhava numa rádio e estava mega atrasada. Eis que o taxi chega e o taxista era o Tio Bonner. Conversa vai, conversa vem, eu falei que seguia ele no twitter e pedi para ele dar um follow no meu nome (obvio). Ele era engraçadinho igual no twitter e comentou até sobre o lance no pé. Na hora de eu sair do taxi eu não paguei a corrida e ele me presenteou com uma... camisa do barcelona (?).

É grave, doutor?

Agora me encontro aqui, num "domingo", assistindo Altas Horas, me deliciando com Lucas (da Fresno) com seu bom gosto para calças coladas e Marisa Orth exibindo sua linda voz. Parabéns Brasil! :)

20100116

Liveblogging Planeta Atlantida

Ae! Para você que acha que esse sábado está muito chato, divirta-se lendo o live blogging do Planeta Atlântida comigo e com o @renanHeiden.
Para ver ao vivo, a TVCOM está transmitindo por aqui.

20100109

nomes e assuntos sem nexo

Os dias passam e eu vejo que estou deixando esse blog mofar. Confesso que todo meu tempo está dedicado ao Chega de Miojo. Às vezes eu lembro de algo pra postar aqui, mas sempre esqueço, enfim. Portanto vou usar esse blog mais como pessoal meu, enquanto o Chega de Miojo sendo o blog "sério", whatever. Nesses últimos dias (meses, anos... ahahaha) minha vida deu uma mudada. Ok, não mudooooooooou, tipos de ganhar na mega sena e tal. Mas passei um Natal maravilhoso em casa, um Reveillon que só não foi completo porque meu namorado estava trabalhando (hunf) e o principal, de eu tomar vergonha na cara e ir atrás das coisas que eu quero.

Passei na segunda fase da faculdade, ganhei em primeiro lugar o premio TI da segunda fase com o Mosiacos de Rua - trabalho da facul que eu me orgulho MUITO -, ganhei um computador novo, criei um fanzine e minha cabeça maldita não para de borbulhar ideias, tipos caldeirão de alguma bruxa malvada da Disney - que não borbulhava de ideias, mas deu pra entender, né?

O ano começou bem. Sai no jornal, fui no Na Pilha falar do Chega de Miojo (e fica um adendo aqui pra dizer que a @jopires é um amor de pessoa), e viro boa parte da noite bolando um plano tipos Cérebro pra conseguir, finalmente, um emprego. Tomara que funcione.. é.

Do nada, esses dias, além de pensar em maneiras de arrumar um emprego, ou ideias malucas que insistem se apoderar dessa cachola, uns pensamentos inúteis vem junto. Por exemplo, ao ver a tal nova certidão, eu descobri que é uma puta injustiça os pais darem o nome aos filhos. eu, por exemplo, DE-TES-TA-VA meu nome quando criança. Ariana é meio.. babaca. Eu pensava no que minha mãe tinha na cabeça pra me dar esse nome. O legal, que não era o nome que eu odiava, o sobrenome também. Até uns 16 anos, eu me chamava Ariana Garcia, sobrenome do meu pai. O
que eu mais ouvia, era piadas do tipo "Ha ha, filha do Sargento Garcia!". É, odiava.

O Ariana foi no ensino médio. Nas aulas de história, quando tínhamos aulas sobre nazismo, Hitler e a RAÇA ARIANA, todos olhavam pra mim como se eu fosse, sei lá, a culpada da história sabe?
Era bem chato, enfim. Depois de implorar muito pra minha mãe, ela procurou um advogado e adicionou o Luz em meu nome. Até então eu adotei o Ariana Luz para todo o sempre - porém o Garcia continua na identidade. No mais, agora acho o Ariana bonitinho sabe? Mas o Garcia...

Por isso, venho através deste post dizer: Pais, cuidado ao escolher o nome de seus filhos. Escolha uma coisa decente ou então ele irá te odiar pelo resto da vida. (Não odeio meu pai, mas odeio o Garcia!)
Desculpa pai, desculpa Brasil. *aperta o botão vermelho*

PS: Escrevendo isso, lembrei que tenho uma boa história sobre o Natal. Conto num próximo post (ou não, vocês sabem como é a linha editorial deste blog, não é mesmo?)
PS2: Mãe, hoje eu gosto do meu nome, ok?
PS3: Pai, acho o Garcia "engraçadinho" ok?
PS4: Post foi uma bosta. Dá um desconto, cinco da matina poxa.